Como os antidepressivos destroem a sua habilidade para amar e a permanecer amando

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Cada vez mais são conhecidos os efeitos colaterais produzidos pelos antidepressivos. Hoje em dia dezenas de milhões de pessoas tomam essas drogas para aumentar os níveis de serotonina.   Em um artigo publicado em The New York Review of Books, os neurocientistas Helen Fisher e Anderson Thomson mostram resultados de suas investigações com imagens de ressonância magnética.  Como eles observam:

“É bem conhecido que esses medicamentos podem causar embotamento emocional e disfunção no desejo sexual, excitação e na performance, isso ocorrendo com pelo menos três entre quatro pacientes”.

Porém, os pesquisadores chamam a atenção que as evidências científicas apontam para impactos que vão muito além disso: destruindo as capacidades para o ‘amor romântico’, ‘o apego’ para com o (a) companheiro (a) e até mesmo a fertilidade. Os antidepressivos alteram profundamente os circuitos neurológicos envolvidos no desejo sexual, no amor romântico e no apego à pessoa amada.

Leia o artigo na íntegra.

E, para quem quiser aprofundar melhor o conhecimento dessa problemática, recomendo que vejam no youtube o que a cientista Helen Fischer diz a respeito.

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