Olá, sou David. Eu sou viciado em drogas psiquiátricas

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Publicado em Los Angeles Times: É comum se ouvir, do médico, do psiquiatra, que ele, como clínico-médico, sabe como fazer com que o seu paciente deixe de tomar as drogas (psiquiátricas) prescritas. Deixar de ser dependente do tratamento psicofarmacológico é dramático. O que é dito pelos médicos: os sintomas são da suposta doença, e não sintomas de ‘abstinência’.

Na prática, na experiência dos usuários dessas drogas, deixar de tomar as drogas prescritas é uma experiência dolorosa, perigosa, que envolve muito sofrimento.

Não obstante, essas drogas continuam a ser prescritas e mantidas, sem qualquer base científica para dar suporte a esse tipo de tratamento.  Pelo menos, a médio e longo prazos.

Eis aí mais um depoimento. Prepare-se, porque é comovente.

“Um médico me colocou em uso de antidepressivos há cerca de uma década. Passei o último ano e meio tentando sair deles.

É uma das coisas mais difíceis que já fiz.

Chame de vício. Chame isso de dependência. Chame como quiser. Eu sou viciado.

Depois de reduzir lentamente minha dosagem, agora estou entrando na minha terceira semana infernal. Não é um sentimento debilitante – passei meses me preparando para este momento. Mas é muito desagradável.

Minha experiência com antidepressivos reflete a luta que muitas pessoas enfrentam ao tentar se afastar de medicamentos poderosos – medicamentos →que podem desempenhar um papel positivo em sua vida até que você perceba que é um prisioneiro.”

Leia na íntegra o depoimento, clicando aqui

Coming off antidepressants can mirror the struggle many people face in trying to wean themselves from prescription drugs.(Getty Images)

[Nós do Mad in Brasil gostaríamos de ter depoimentos dos brasileiros acerca das suas experiências de deixar de ser dependentes químicos do tratamento psicofarmacológico. Torne pública a sua experiência. Envie-nos para o e-mail do madinbrasil seu depoimento.]