Ficar em casa? Procure significado, não felicidade

Por que cultivar o “otimismo trágico” nos ajudará a enfrentar essa crise - e até crescer a partir dela.

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Publicado em The New York Times, por : “A pandemia de coronavírus não apenas vem ameaçando a saúde física de milhões, mas também causando estragos no bem-estar emocional e mental das pessoas em todo o mundo. Sentimentos de ansiedade, desamparo e tristeza aumentam à medida que as pessoas enfrentam um futuro cada vez mais incerto – e quase todo mundo é tocado pela perda. Uma pesquisa nacionalmente representativa realizada pela Kaiser Family Foundation constata que quase metade de todos os americanos – 45% – sente que o coronavírus afetou negativamente sua saúde mental.

O que levanta uma questão: existe algo que as pessoas possam fazer para lidar com as consequências emocionais desse tempo confuso e desafiador?”

“… O que aprendi esclarece como as pessoas podem proteger sua saúde mental durante a pandemia – e isso altera algumas ideias comuns que nossa cultura carrega sobre trauma e bem-estar. Quando pesquisadores e clínicos observam quem lida bem com a crise e até cresce, não são os que se concentram em buscar a felicidade para se sentirem melhor; são aqueles que cultivam uma atitude de otimismo trágico. O termo foi cunhado por Viktor Frankl, o sobrevivente do Holocausto e psiquiatra de Viena. O otimismo trágico é a capacidade de manter a esperança e encontrar sentido na vida, apesar de sua dor, perda e sofrimento inevitáveis.”

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Justin Paget/DigitalVision, via Getty Images