“Como as campanhas anti-estigma estão potencialmente piorando a vida – não melhorando – das pessoas em sofrimento psíquico

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From Psychologists for Social Change:  “Campanhas que aumentam a conscientização, normalizam as dificuldades de saúde mental e incentivam as pessoas a contar sua história, o que fazem em geral é permitir que as fontes subjacentes de estigma não sejam contestadas e que o status quo permaneça. (…) Acredito que este foco estreito no estigma interpessoal desvia a nossa atenção dos agentes subjacentes de estigma – que são os serviços de saúde mental e o modelo médico de sofrimento psíquico (…)

“[entre os responsáveis do estigma] … Estão os mesmos serviços de saúde mental que impõem um ‘modelo médico’ que determina que as experiências de sofrimento mental possam ser agrupadas em categorias separadas, a exemplo das doenças físicas, que supostamente são sintomas de ‘desequilíbrios químicos’ no cérebro. Há evidências crescentes apontando o dedo para isso.”

“… Podemos nos concentrar em construir nosso próprio caminho para descrever nossas experiências de uma maneira que nós mesmos achamos útil. Podemos tomar medidas diretas para destacar quem é o verdadeiro responsável por criar e manter o estigma, e podemos usar o poder de nossas relações pessoais e / ou profissionais para influenciar aqueles com quem interagimos dentro de sistemas opressivos.”

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