O meio ambiente é um fator primordial na transição para a psicose

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Pesquisadores (incluindo Jim van Os) constatam, em um estudo de coorte de três anos de 1272 pessoas com possível risco genético de psicose, que “a maioria das transições (para psicose) pode ser atribuída a poderosos efeitos ambientais que se tornam detectáveis quando analisados frente a um risco genético de antecedentes elevados, indicando a interação gene-ambiente”. Os autores concluem que “o risco ambiental associado à transição para transtorno psicótico é semi-ubíquo, independentemente do status genético de alto risco”.

van Nierop, M., Janssens, M., Bruggeman, R., Cahn, W.; Evidence That Transition from Health to Psychotic Disorder Can Be Traced to Semi-Ubiquitous Environmental Effects Operating against Background Genetic Risk. PLoS One. Nov 06, 2013; DOI: 10.1371/journal.pone.0076690 (article)

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Kermit Cole, MFT, editor fundador do Mad in America, trabalha em Santa Fé, Novo México, como terapeuta familiar e casais. Inspirado pelo Open Dialogue, trabalha como parte de uma equipaee consulta casais e famílias que têm membros identificados como pacientes. O seu trabalho no tratamento residencial - em grande parte com clientes gravemente traumatizados e/ou "psicóticos" - levou a uma apreciação do poder e beleza da filosofia e prática sistêmica, como alternativa ao enfoque predominante na patologia individual. Antigo cineasta, tem uma licenciatura e mestrado em psicologia pela Universidade de Harvard, bem como um MFT do Council for Relationships in Philadelphia. É doutorando pelo Instituto Taos e pela Universidade Livre de Bruxelas. Pode contactá-lo em [email protected]